No último dia 16, vivi uma experiência única. Um dos trabalhos apresentados a Disciplina de Comunicação Alternativa, pelo alunos de Comunicação Social da Faculdade Estácio de Sá, teve a iniciativa de levar cadeiras de rodas e algumas vendas para que os alunos passassem alguns momentos como deficientes.
Eu fiz o papel de cega, tive os olhos vendados e fiquei alguns minutos com a aflição de não poder enxergar. Eu podia ouvir todas as vozes, e era cada vez mais angustiante não ver os rostos de quem falava.
Um dos objetivos era que os alunos transitassem pela faculdade, mesmo sem adequações necessárias. O meu objetivo era ir até a biblioteca e devolver um livro. Uma das minhas principais dificuldades foi descer as escadas, afinal a Faculdade não possui rampas pra ligar todos os blocos.
E com experiências assim, que percebemos o quanto é difícil para uma pessoa com deficiência estudar em uma instituição que não possui uma estrutura adequada. Além da disso ressalto também a falta de instrução dos funcionários da faculdade. Eles não foram capacitados para atender alguém com deficiência.
Quando entrei na biblioteca e entreguei o livro para a bibliotecária, ela simplesmente o pegou o começou a fazer os procedimentos, mas não me disse nada, ela agia como se eu tivesse vendo o que ela estava fazendo. Me senti completamente perdida, e sem saber o que fazer.
Na volta para a sala percebi que sem poder enxergar os meus outros sentidos se afloravam, eu fiz mais uso do meu tato e da audição, mas isso não é suficiente para atender as necessidades de um deficiente físico. Essa é uma experiência única e certamente traz uma lição de vida muito grande.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Minutos de experiência!
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Para comemorar os 25 anos da Associação de Assistência à Pessoa com Deficiência (Fada), os vereadores da cidade de Araxá, Minas Gerais, foram convidados a participar de um desafio surpreendente. Eles tiveram que andar pela avenida Antônio Carlos e rua Presidente Olegário Maciel, de cadeira de rodas e depois com olhos vendados.
Os vereadores Carlos Roberto Rosa, Edna Castro, Márcio de Paula, César Romero da Silva (Garrado) e José Maria Lemos Júnior, sentiram na pele os desafios de uma pessoas portadora de deficiência ao andar pelas ruas de Araxá.
Segundas a coordenadora de Projetos da Fada, Liliane Fonseca Stefani, o desafio tem como objetivo, mostrar para os vereadores as dificuldade encontradas por essas pessoas e destaca que a participação dos vereadores vai facilitar uma visão maior das dificuldade de acessibilidade em Araxá.
Segundo informações do Diário de Araxá, Quando utilizaram cadeiras de rodas, só conseguiram subir nas esquinas que não tinham rampas de acesso com ajuda de pessoas e tiveram dificuldades em transitar nos estabelecimentos comerciais. Já com os olhos vendados, nem a bengala para cegos ajudou e só conseguiram andar com a ajuda de um guia
quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Avaliada pelo autor Walcir Carrasco em um vídeo enviado pela internet, Danieli Haloten, que é cega na vida real, foi a escolhida para interpretar, a personagem Anita, na novela das sete da Rede Globo Caras e Bocas. O autor diz que se surpreendeu com o trabalho da atriz e por isso ela foi a escolhida.
Caras e Bocas é a primeira novela a ter uma atriz com deficiência visual, a trama retrata a saga de uma menina cega que precisa enfrentar várias dificuldades impostas pela sociedade, Anita é irmã do protagonista, Malvino Salvador, que faz um papel de irmão super protetor.
Danieli Haloten, 29, é atriz e Jornalista, que está sempre acompanhada de um cão guia, nos corredores do Projac. Ela conta que deixou de enxergar aos 17 anos, após lutar desde criança contra o glaucoma.
"Há muito tempo busco essa oportunidade. Vibrei quando o Walcyr me convidou para participar da novela. Ela também é deficiente visual e sonha com sua independência", disse a atriz.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
O livro relata fatos inéditos das investigações do Jornalista Marcelo Freitas sobre a tragédia ocorrida na Usiminas em 1963.
Após várias etápas de investigações, o massacre de Ipatinha é transformado em livro pelo jornalista e professor Marcelo Freitas. A obra conta a história dos trabalhadores que construíram a Usiminas e morreram no massacre de Ipatinga, em 1963.
O livro "Não foi por acaso" é uma das mais belas obras de jornalismo investigativo. Para Marcelo Freitas o foco principal do livro é quantidades de mortos que se divulgou naquela época."Sempre se divulgou que foram oito, mas sempre se comentou a falsidade desse número", diz o autor.
O autor começou suas investigações em 1988 e desde então se dispôs a ir atrás de novas informações. Procurou pessoas que testemunharam os acontecimentos, parentes das vítimas e pesquisou documentos e jornais da época. Marcelo Freitas chegou a entrevistar um motorista da fábrica que diz ter sido incumbido de buscar, no dia do conflito, 32 caixões numa funerária em Belo Horizonte e depositá-los no almoxarifado da empresa. Segundo Freitas a Usiminas foi procurada mas não quis falar sobre o assunto.
O livro é o primeiro lançamento da editora do Jornalista Marcelo Freitas Comunicação de Fato. O lançamentos foi realizado no auditório da
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Durante a Palestra foram apresentados ao público alguns exemplos que representam a interatividade na internet, e usou como exemplo a empresa Unimed. Segundo o Palestrante, o número de pessoas que acessam a internet de casa é muito baixo, mas a internet continua sendo um meio muito influênte, porque nela estão inseridos os formadores de opinião e também integrantes das classes A e B."Internet não é quantidade, internet é influência", Afirma Assis.
Os alunos que compareceram ao evento, saíram muito satisfeitos, é o que Diz a estudante Laura Ferreira. "Essa palestra foi uma das mais interessantes que tivemos nesse semestre, o assunto era inteiressante e o palestrante estava ótimo" Disse a aluna.
Antes de terminar a palestra Fábio Assis deixa uma dica aos estudantes, ele disse que não adianta fazer a divulgação apenas na internet, é preciso misturar todos os meios Tv, Web, assessoria e rádios, entre outros meios.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Foi em meio a esse desespero que recebi a resposta de que tinha sido selecionada para trabalhar na agência de comunicação integrada PROSA.
Hoje estou aqui trabalhando e com muita disposição para acrescentar na minha bagagem mais essa experiência maravilhosa. Não desejo que essa nova fase acrescente apenas na minha vida, mas também pretendo acrescentar muito para a agência.
Agora vamos olhar para frente e junto com toda a "Célula da Prosa" colocar adiante os projetos e fazer de tudo para concretizar todos os nossos sonhos...
terça-feira, 18 de agosto de 2009

As emissoras estão sempre em pé de guerra, desde que a Rede Record se instalou em segundo lugar no raking das tvs brasileiras, levando grande parte do elenco Global.
A Rede Globo é acusada de atacar a Record, com acusações de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha contra o bispo Edir Macedo (Dono da TV) e mais nove integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus.
A Rede Record para se defender, apresentou números sobre o tempo de exposição do caso na televisão. De acordo com esses dados, a Cultura e a Rede TV! não veicularam a notícia, enquanto a Band utilizou dois minutos, o SBT quatro e a Globo dez minutos durante o Jornal Nacional. E ainda exibiu algumas reportagens frisando que a TV Globo nasceu na Ditadura Militar e que manipula as informações, principalmente no noticiário político.
"A Rede Globo pode até exagerar nos tempos das matérias contra o bispo, mas o assunto não deixa de ser noticia". Afirma a estudante de jornalismo Tatiana Amaral. A estudante diz ainda que apesar de ser notícia, ela não acredita que isso possa interferir na audiêncial da Record.
A Record também é acusada de tentar persuadir seus fiéis contra a Rede Globo. Eles são acusados de dizerem aos fiéis, durante o culto, que a Tv Globo é uma "TV do diabo" e que eles devem dessintonizar o canal de suas televisões.
Outro assunto que também tem gerado muita polêmica entre as emissoras, é a famosa espionagém. No ano passado, a Globo descobriu um espião que passou informações sigilosas sobre cenário, figurino e área técnica à Record. Ele foi localizado e demitido, mas jamais identificado publicamente.
Agora a Emissora volta e desconfiar de espionagem, depois que as pautas do "Globo Repórter" e do "Câmera Record" tiveram uma assombrosa coincidência de conteúdo. A Rede Globo afirma em entrevista para o site UOL, que a Record esta sempre tentando copiar seus conteudos. Já a rede Record retruca dizendo que ela não precisa copiar nada de emissora alguma e que sua cobertura jornalistica está sempre à frente.
Segundo o estudante de jornalismo Ellison Oliveira, a espionagem é uma técnica comum nesse meio, mas se deve sempre respeitar os limites.
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